Em seu terceiro ano, FX Retail Analytics consolida ferramenta de inteligência para o varejo brasileiro

Por Equipe FX em 17.07.2018 às 15h20

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A retomada do varejo brasileiro passa pela recuperação econômica do país, mas também pela utilização cada vez maior de dados para a tomada de decisões da empresa. É essa a visão que está por trás dos três anos de operação da FX Retail Analytics, empresa especializada justamente em fornecer informações sobre o comportamento dos consumidores para os varejistas.

Dashboard - FX Retail Analytics

A empresa nasceu em 2015 como uma plataforma para medir o fluxo de visitantes no varejo físico. Hoje, seu objetivo é outro: ser um hub de informações detalhadas sobre o consumidor, integrando os mundos on e offline das marcas. Atualmente grandes players já fazem uso da ferramenta como Hering, Boticário, Lindt, Centauro, Levis, Shopping Center Norte, Shopping Santa Cruz, Shopping Ibirapuera, entre outros.

Com tecnologia própria, a FX coleta dados de tráfego dos consumidores e os transforma em indicadores que evidenciam principalmente a ineficiência do estabelecimento, cuja causa pode estar desde ruptura de produto, falta de equipe ou até mesmo ponto físico desalinhado com o perfil de consumo ao redor da sua localização. Dados que podem ditar mudanças estratégicas de forma mais produtiva e certeira, trazendo ganhos exponenciais para os varejistas e ainda proporcionar experiências mais personalizadas e convenientes para o consumidor.

“Atualmente, o varejista já tem mapeado na Internet mais de 90 milhões de consumidores e muitos destes, claro, também fazem compras no mercado físico. Porém, os mundos offline e digital ainda são tratados como distintos nas estratégias das empresas, mesmo sabendo que pelo menos 60% das compras no varejo tradicional começam na internet. A “omicanalidade” não pode ser apenas uma frente de logística, mas sim, a chave para melhorar a experiência do consumo partindo do reconhecimento do cliente para entender toda a sua jornada de compra, independente do canal onde ele começa ou termina a aquisição do serviço ou produto. Com a FX isso já é possível e temos trabalhado para evoluir cada vez mais através de investimentos em tecnologia e parcerias estratégicas”, afirma Walter Sabini Júnior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Não à toa, a consolidação da empresa acompanha a retomada do varejo nacional. Após quatro anos em queda, o setor de comércio cresceu 2% em 2017, de acordo com dados do IBGE. Para 2018, a expectativa é ainda mais otimista: crescimento de 5% segundo previsão do CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

Mais do que ter a informação, é preciso tomar decisão. Portanto, o desafio agora é expandir a utilização de dados inteligentes no varejo físico para manter a taxa de crescimento em alta.  Diferentemente do e-commerce, as lojas físicas ainda estão se adaptando ao modelo de relatórios e KPI’s avançados que são proporcionados por empresas como a FX Retail Analytics.

“O nosso produto traz as informações que nossos clientes mais precisam de forma rápida e simples. Ao invés de ter que interpretar uma grande quantidade de dados, entregamos insights para que eles possam entender ainda mais o seu consumidor e entregar experiências que retornem em conversão e fidelização. É sair de um mapa e utilizar o Waze”, prossegue o sócio-fundador.

Para isso, a empresa criou neste último ano um Comitê de Estratégia e Inovação em varejo para pensar em soluções para o mercado. Um dos membros é Eduardo Terra, presidente-executivo da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) e um dos maiores especialistas desta área no país.

Entenda como funciona

Por meio de pequenos hardwares IoT (Internet das Coisas) multissensoriais desenvolvidos pela própria empresa e instalados no formato plug&play em pontos estratégicos das lojas, a FX Retail Analytics entrega os dados sobre o comportamento dos visitantes via dashboard (web e mobile) ou API.

O varejista terá acesso em tempo real a indicadores como: taxa de conversão, de atratividade, de tempo de permanência, de frequência, com a possibilidade, inclusive,  de identificar visitantes únicos. Para as redes, ainda é possível ranquear os estabelecimentos entre si para a comparação de performance cruzando métricas e períodos.

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