O que o Pantera Negra pode ensinar ao varejo brasileiro?

Por Equipe FX em 11.11.2020 às 18h32

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No fim de agosto de 2020, o mundo foi surpreendido pela morte do ator norte-americano Chadwick Boseman. Reconhecido pelo seu talento, ele tinha 43 anos e não resistiu a um câncer no cólon. A notícia chocou seus fãs porque alguns de seus papéis mais icônicos coincidiram com o tratamento quimioterápico contra a doença.

Entre seus sucessos estão os filmes 42, em que interpretou Jackie Robinson, o primeiro jogador negro profissional de beisebol nos EUA, e Get on Up, onde atuou como o músico James Brown, outro personagem central na luta pelos direitos civis de negros.

Contudo, ele alcançou a fama e o status de celebridade após dar vida ao personagem Pantera Negra, um dos super-heróis do Universo Cinematográfico Marvel. Sua interpretação do Rei T’Challa, de Wakanda, imediatamente caiu no gosto dos fãs, fazendo com que o filme ultrapassasse a barreira de US$ 1,3 bilhão em bilheteria.

Mais do que o desempenho financeiro, a obra chama a atenção justamente por ultrapassar a fronteira da história fictícia e apresentar lições valiosas para nossas vidas, inclusive no mundo dos negócios. Confira quatro ensinamentos que esta interpretação de Boseman traz para os varejistas brasileiros.

Encontre novos poderes na adversidade

Nos quadrinhos, a Deusa Bast concede à T’Challa poderes e aprimoramentos que elevaram suas habilidades a um nível sobre-humano, permitindo que ele liderasse Wakanda contra seus inimigos. Saber encontrar novos poderes em momentos de adversidade e de luta é o que se espera dos varejistas atualmente com a pandemia de covid-19. As incertezas provocadas pelo avanço da doença e as restrições de distanciamento social exigem que os lojistas encontrem novas formas de continuar operando e atendendo seus clientes.

Aprimore suas habilidades continuamente 

O Pantera Negra tem superpoderes para proteger seu povo, mas ele sabe que isso não é suficiente. É necessário treinar, se dedicar e aprimorar diferentes habilidades a todo instante para acompanhar a evolução de seus inimigos e concorrentes. Ele, por exemplo, é um grande inventor e estrategista, além de ser poliglota e diplomata. No caso do varejo, é possível aperfeiçoar seus processos com o apoio da análise de dados, identificando pontos de melhoria e de correção para garantir máxima eficiência a todo instante.

Amplie o conhecimento de seus processos 

Como já citado, o Rei T’Challa era um grande inventor e estrategista, fruto de seu grande intelecto. O personagem é PhD em Física pela Universidade de Oxford e teórico do campo fictício conhecido como “Física da Sombra”, o que faz com que seja uma das oito pessoas mais inteligentes da Terra.

Em um cenário de intensa competitividade econômica, o varejista também precisa apostar na inteligência para se destacar. Não apenas o seu conhecimento, mas também com ferramentas de inteligência artificial para conseguir combinar diferentes dados e, assim, agilizar e melhorar a tomada de decisão na gestão do negócio.

Inove e invista em tecnologias avançadas

O que faz Wakanda ser tão especial – e cobiçada por exploradores estrangeiros – é a presença do metal vibranium, capaz de absorver vibrações e potencializar o avanço tecnológico do país fictício. Proteger esse recurso em seu território é uma das principais tarefas do Pantera Negra, cuja roupa também é feita com o metal.

No varejo brasileiro, não há mais espaço para achismos e trabalhos isolados. Aqueles que querem crescer precisam encontrar seu “vibranium”, isto é, uma solução tecnológica capaz de transformar uma matéria-prima, como as informações da loja, em decisões inteligentes que alavancam as vendas e a rentabilidade da empresa.

Matéria publicada em: Startupi

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